{"id":2825,"date":"2016-11-15T12:18:38","date_gmt":"2016-11-15T15:18:38","guid":{"rendered":"http:\/\/cenib.com.br\/s\/?p=2825"},"modified":"2016-11-15T12:18:38","modified_gmt":"2016-11-15T15:18:38","slug":"introducao-a-informatica-para-radiologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cenib.com.br\/site\/introducao-a-informatica-para-radiologia\/","title":{"rendered":"Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 inform\u00e1tica para Radiologia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large\" src=\"http:\/\/www.alanaiah.com\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/slide_rad21.jpg\" alt=\"\" width=\"680\" height=\"397\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, a maior dificuldade que a maioria dos indiv\u00edduos enfrenta quando senta-se ao computador \u00e9: \u201cSer\u00e1 que isso \u00e9 realmente necess\u00e1rio?\u201d. A resposta \u00e9: Sim e n\u00e3o.<\/p>\n<p>Sim, pois a maior fun\u00e7\u00e3o do computador \u00e9 facilitar a vida de quem o utiliza. N\u00e3o porque isso far\u00e1 com que voc\u00ea tenha de se acostumar com uma ferramenta nova e em constante evolu\u00e7\u00e3o. Mas isso n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o ruim afinal, n\u00e3o \u00e9?!<\/p>\n<p>Na \u00e1rea da sa\u00fade, em especial na radiologia, a tecnologia tem a fun\u00e7\u00e3o de melhorar o desempenho de um determinado aparelho, fazendo-o gerar resultados em menos tempo e de forma mais confi\u00e1vel.<\/p>\n<p>O impacto disso \u00e9 que o cliente tem menos tempo de exposi\u00e7\u00e3o a elementos radioativos, menos desconforto pelo tempo que passa no aparelho, entre outras vantagens que veremos mais adiante. Para o radiologista, os benef\u00edcios tamb\u00e9m s\u00e3o muitos, desde menor tempo para cada exame, passando por melhorias na qualidade da imagem, at\u00e9 aux\u00edlio por computador atrav\u00e9s de intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n<p>Enfim, as vantagens do uso da tecnologia de informa\u00e7\u00e3o(T.I) s\u00e3o enormes, quer no nosso dia-a-dia (atrav\u00e9s do uso da internet, de programas com diversas utilidades que alcan\u00e7am tarefas simples como escrever uma carta, at\u00e9 mesmo controlar quanto dinheiro voc\u00ea tem no banco.) Mas as vantagens da T.I. n\u00e3o param por a\u00ed; na \u00e1rea profissional do t\u00e9cnico em radiologia est\u00e1 em todas as frentes de trabalho: Desde o atendimento do cliente na recep\u00e7\u00e3o do hospital, passando pelo sistema financeiro\/contabilidade, pelos outros sistemas\/ setores do hospital (Cardiologia, UTI, Pronto Socorro, Enfermaria, Radiologia, etc.) at\u00e9 estar dispon\u00edvel na internet para, por exemplo, o plano de sa\u00fade ou o m\u00e9dico particular do cliente possam acompanh\u00e1-lo.<\/p>\n<p>A frente de trabalho do Radiologista trar\u00e1 enormes quantidades de desafios na \u00e1rea de tecnologia, assim sendo, \u00e9 muito importante que o profissional que quer se manter no mercado de trabalho evolua junto com as tecnologias e procure aprend\u00ea-las e conviver com elas o m\u00e1ximo poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Algumas tecnologias que fazem parte do conjunto de conhecimentos m\u00ednimos que o Radiologista deve possuir para entender o rumo das tecnologias atualmente existentes e, inclusive, poder utiliz\u00e1-las de forma total \u2013 leia-se, adaptar-se \u00e0s situa\u00e7\u00f5es do presente e do futuro da profiss\u00e3o \u2013 s\u00e3o:<\/p>\n<p>Uma boa no\u00e7\u00e3o de redes de computadores, o que far\u00e1 com que o Radiologista compreenda como as informa\u00e7\u00f5es trafegam na rede, isto \u00e9, que caminhos os dados que est\u00e3o armazenados num computador estar\u00e3o dispon\u00edveis para outras pessoas, assim, este profissional ser\u00e1 capaz de entender a fundo as quest\u00f5es de seguran\u00e7a de informa\u00e7\u00e3o que sua profiss\u00e3o o sujeita, ou seja, a responsabilidade de lidar com informa\u00e7\u00f5es pessoais e confidenciais estar\u00e1 segura.<\/p>\n<p>Uma no\u00e7\u00e3o segura de programas e hardware, suficientes para operar os aparelhos que forem necess\u00e1rios para exercer sua profiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma id\u00e9ia das tecnologias da \u00e1rea da inform\u00e1tica m\u00e9dica, incluindo as tecnologias atuais e os projetos existentes para o futuro.<\/p>\n<p>Assim, o maior objetivo desse material \u00e9 conscientizar o t\u00e9cnico para um futuro de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas constantes.<br \/>\nEntendendo a inform\u00e1tica<\/p>\n<p>N\u00e3o espanta que cada vez mais utilizemos a inform\u00e1tica \u2013 e as ferramentas que ela possui \u2013 no dia-a-dia. E, n\u00e3o seria ousadia dizer que em alguns anos o analfabetismo virtual (conhecido tamb\u00e9m como exclus\u00e3o digital) ser\u00e1 o maior respons\u00e1vel pelo desemprego e marginalidade.<\/p>\n<p>Tarefas simples, como mandar cartas, saber das not\u00edcias e ver TV mudaram dramaticamente em alguns poucos anos. Sabe por que? Por causa da inform\u00e1tica e, em especial, uma tecnologia: A Internet .<\/p>\n<p>Na \u00e1rea de sa\u00fade, n\u00e3o \u00e9 diferente: Nunca se obteve tantas informa\u00e7\u00f5es com tanta facilidade e o efeito disso \u00e9 que o profissional de sa\u00fade tem necessidade de estar cada dia mais atualizado com as tecnologias ou estar\u00e1 condenado a ser exclu\u00eddo do mercado de trabalho. Tecnologias como telessa\u00fade, SAC Virtual e virtualiza\u00e7\u00e3o j\u00e1 s\u00e3o pr\u00e1ticas muito comuns no mercado que, ao contr\u00e1rio do que parece, cresce mais a cada dia, ou seja, h\u00e1 vagas, mas para profissionais que saibam lidar com essas tecnologias.<\/p>\n<p>E \u00e9 a\u00ed que entra voc\u00ea: Profissional que est\u00e1 interessado em se atualizar, se aperfei\u00e7oar \u2013 ora, se voc\u00ea ag\u00fcentou esta parte de inform\u00e1tica at\u00e9 aqui, \u00e9 sinal que voc\u00ea possui muita for\u00e7a de vontade (;-)<\/p>\n<p>Devemos compreender que inform\u00e1tica \u00e9 a ci\u00eancia que visa o tratamento de informa\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s do uso de equipamentos(hardware) e procedimentos (software) da \u00e1rea de processamento de dados, ou seja, \u00e9 o tratamento da informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O mundo moderno \u00e9 movido a informa\u00e7\u00e3o e, quanto mais informa\u00e7\u00e3o, mais capaz de emitir posicionamentos precisos \u00e9 um profissional. A palavra chave em inform\u00e1tica \u00e9 converg\u00eancia, ou seja, a capacidade de colocar cada vez mais funcionalidades num mesmo aparelho. Veja o exemplo dos telefones celulares: O que era um dispositivo de comunica\u00e7\u00e3o anal\u00f3gico, agora \u00e9 capaz de comunicar-se com outros celulares atrav\u00e9s de mensagens de textos, atrav\u00e9s de ondas invis\u00edveis chamadas bluetooth e\/ou Infravermelho; \u00e9 capaz de tirar fotos, reproduzir m\u00fasica, etc.<\/p>\n<p>Assim, a tend\u00eancia \u00e9 que cada vez se tenha mais fun\u00e7\u00f5es em um aparelho cada vez mais simples. Melhorando essa concep\u00e7\u00e3o, podemos afirmar que o computador ideal deve ser intuitivo como uma televis\u00e3o ou um aparelho telef\u00f4nico convencional, o que hoje ainda n\u00e3o acontece mas \u00e9 o caminho que est\u00e1 sendo trilhado.<\/p>\n<p><strong>Conhecimentos pr\u00e9vios<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 pergunta comum do Radiologista: \u2018Que conhecimentos eu devo ter para utilizar inform\u00e1tica?\u2019. A resposta \u00e9: Todos e nenhum. Explico.<\/p>\n<p>Por ser disciplina bastante complexa, compreender todas as partes da inform\u00e1tica \u00e9 virtualmente imposs\u00edvel, mas se a pergunta for relacionada \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de equipamentos espec\u00edficos, torna-se menos dif\u00edcil. Tentaremos ver abaixo alguns dos conhecimentos b\u00e1sicos que o radiologista deve ter para utilizar apropriadamente da ferramenta inform\u00e1tica.<\/p>\n<p>Note-se que n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de saber como um determinado modelo de equipamento de uma marca espec\u00edfica funciona, mas a generalidade. Por exemplo, independentemente da marca de um r\u00e1dio, todos sabem oper\u00e1-lo, mas h\u00e1 fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas que cada marca e modelo t\u00eam. Nesse caso \u00e9 necess\u00e1rio um treinamento espec\u00edfico, mas se j\u00e1 compreendemos o princ\u00edpio geral de funcionamento, fica bem mais f\u00e1cil entender os detalhes espec\u00edficos.<\/p>\n<p><strong>1 \u2013 Conhecimentos b\u00e1sicos sobre hardware e seu funcionamento<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 important\u00edssimo que o profissional saiba utilizar as pe\u00e7as ou hardware, de forma apropriada.<\/p>\n<p>Compreender, mesmo que genericamente, quais s\u00e3o as pe\u00e7as que constituem o computador podem ajud\u00e1-lo em diversas coisas, por exemplo, se o profissional sabe que uma determinada pe\u00e7a \u00e9 obsoleta ou est\u00e1 quebrada fica bem mais f\u00e1cil para relatar esta situa\u00e7\u00e3o para o setor de engenharia ou inform\u00e1tica, inclusive, apontando melhorias indicadas pelo fabricante ou baseado em sua experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Mais ainda: Ao imprimir um documento, \u00e9 recomendado o mesmo tipo de impress\u00e3o que para uma imagem radiogr\u00e1fica?<\/p>\n<p>E como funciona uma mesa digitalizadora?<\/p>\n<p>Todas essas perguntas e outras mais podem ser respondidas de forma simples atrav\u00e9s de um conhecimento m\u00ednimo sobre o hardware, por exemplo, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 impress\u00e3o, o recomendado \u00e9 que para impress\u00f5es de imagens radiogr\u00e1ficas seja utilizada impress\u00e3o a cera, enquanto que para a impress\u00e3o de textos pode-se utilizar impressoras matriciais.<\/p>\n<p>E, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mesa digitalizadora, esta tem a mesma funcionalidade de um scanner?<\/p>\n<p>Enfim, s\u00e3o muitas as coisas a serem observadas no tocante a hardware, mas todas muito comuns se o utilizador tiver alguma viv\u00eancia com inform\u00e1tica no seu dia-a-dia.<\/p>\n<p>Outra dica \u00e9 manter-se atualizado, atrav\u00e9s da pr\u00f3pria internet ou de cadernos de inform\u00e1tica de jornais e revistas, sobre o que acontece no tocante \u00e0s mudan\u00e7as na inform\u00e1tica e tecnologia em geral.<\/p>\n<p>Recomenda-se ainda que o utilizador seja capaz, mesmo que minimamente, de identificar as principais pe\u00e7as de um computador. Elas est\u00e3o divididas em grupos:<\/p>\n<p>Dispositivos de entrada \u2013 pe\u00e7as que introduzem informa\u00e7\u00f5es no computador. Ex.: Scanner, teclado, microfone&#8230;<\/p>\n<p>Dispositivos de sa\u00edda \u2013 pe\u00e7as que obt\u00e9m informa\u00e7\u00f5es do computador e exibem para o utilizador. Ex.: Monitor, caixas de som, impressoras&#8230;<\/p>\n<p>Dispositivos de entrada e sa\u00edda \u2013 pe\u00e7as que, ao mesmo tempo, obt\u00e9m e introduzem informa\u00e7\u00f5es no computador. Ex.: Monitor touch screen, headset, impressoras multifuncionais&#8230;<\/p>\n<p>Dispositivos de armazenamento \u2013 pe\u00e7as que armazenam informa\u00e7\u00f5es para serem utilizadas. Ex.: Pen Drives, HD, DVDS.<br \/>\n\u00c9 importante dizer que muitos autores costumam englobar os dispositivos de armazenamento nos dispositivos de entrada e sa\u00edda.<\/p>\n<p>Dispositivos de Processamento \u2013 pe\u00e7as que servem para processar as informa\u00e7\u00f5es que entram e saem do computador. Ex.: Procesador, mem\u00f3ria RAM e mem\u00f3ria ROM.<\/p>\n<p>Dessa forma, \u00e9 poss\u00edvel analisar quase qualquer produto tecnol\u00f3gico e classific\u00e1-lo. Por exemplo, vejamos o caso de um celular.<\/p>\n<p>Dispositivos de entrada: Microfone, c\u00e2mera, teclado alfanum\u00e9rico&#8230;<\/p>\n<p>Dispositivos de sa\u00edda: Tela, sa\u00edda de som, m\u00f3dulo vibrador&#8230;<\/p>\n<p>Dispositivos de entrada e sa\u00edda: Headset, antena&#8230;<\/p>\n<p>Dispositivos de armazenamento: Mem\u00f3ria interna, cart\u00e3o de mem\u00f3ria externa&#8230;<\/p>\n<p>Dispositivos de processamento: Processador, mem\u00f3ria RAM e mem\u00f3ria ROM.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conclui-se que \u00e9 poss\u00edvel classificar quase todos os equipamentos digitais eletr\u00f4nicos partindo dos princ\u00edpios acima descritos.<\/p>\n<p><strong>2 \u2013 Conhecimentos sobre software<\/strong><\/p>\n<p>Sistema operacional \u00e9 o principal programa de um computador. \u00c9 ele que far\u00e1 com que todos os programas \u2018entendam\u2019 o que o usu\u00e1rio quer e o que as pe\u00e7as s\u00e3o capazes, em outras palavras, \u00e9 ele que far\u00e1 com que voc\u00ea interaja com um programa e, por sua vez, com o computador. Ex.: Ao pressionar uma tecla no mouse, o usu\u00e1rio pede que uma determinada a\u00e7\u00e3o seja feita, mas \u00e9 o sistema operacional que detectar\u00e1 o mouse e o que ele faz, inclusive, dizendo aos programas para que serve \u201cclicar\u201d no mouse.<\/p>\n<p>Os programas t\u00eam diversas fun\u00e7\u00f5es. E s\u00e3o divididos em grupos:<\/p>\n<ol>\n<li>\u2013 Sistemas operacionais \u2013 programas que t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o de interpretar os comandos do usu\u00e1rio para o computador e vice-versa. Ex.: Ms-Windows, Linux, DOS&#8230;<br \/>\n2 \u2013 Softwares Aplicativos \u2013 Ou tamb\u00e9m chamados aplicativos, s\u00e3o programas que t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o definida, ou seja, executam tarefas espec\u00edficas. Ex.: Editores de texto, planilhas de c\u00e1lculos, editores de imagem&#8230;<br \/>\n3 \u2013 Softwares Utilit\u00e1rios \u2013 S\u00e3o programas que ajudam outros programas a funcionar, isto \u00e9, s\u00e3o subprogramas: Programas dentro de programas. Eles t\u00eam fun\u00e7\u00f5es complementares aos aplicativos. Ex.: Calculadora do Windows, Bloco de notas, Calculadora dentro do programa do Imposto de renda.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Radiologia Digital<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 algum tempo a radiologia vem evoluindo a passos largos. Entre as maiores diferen\u00e7as entre as imagens geradas de forma anal\u00f3gica e as imagens digitais est\u00e1 a qualidade final da imagem, contudo, as mudan\u00e7as s\u00e3o tantas e o impacto dessa mudan\u00e7a \u00e9 t\u00e3o grande que n\u00e3o ter\u00edamos oportunidade de discut\u00ed-las aqui. Assim, vamos colocar apenas os t\u00f3picos principais das tecnologias envolvidas na radiologia digital.<\/p>\n<table width=\"43%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"50%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"50%\"><strong>Pixel<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"50%\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"50%\"><strong>Voxel<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Radiologia Digital \u00e9 um ramo relativamente novo que traduz a tend\u00eancia do mundo moderno de utilizar o computador para resolver problemas que envolvam repeti\u00e7\u00f5es e c\u00e1lculos.<\/p>\n<p>Para entender isso, devemos compreender que a imagem digital nada mais \u00e9 que uma representa\u00e7\u00e3o num\u00e9rica de uma imagem real, ou seja, ao inv\u00e9s de \u00e1tomos para formar a imagem temos pixels e voxels.<\/p>\n<p>Pixel \u00e9 o menor ponto bidimensional de uma imagem, enquanto Voxel \u00e9 o menor ponto tridimensional de uma imagem digital.<\/p>\n<p>O processo de digitaliza\u00e7\u00e3o de uma imagem, isto \u00e9, a convers\u00e3o de uma imagem do mundo cont\u00ednuo (f\u00edsico, real) para o mundo discreto (digital) \u00e9 feito atrav\u00e9s de alguns c\u00e1lculos matem\u00e1ticos, em que se informa ao computador onde cada parte daquela imagem existe e o computador representa esta parte atrav\u00e9s de pixels.<\/p>\n<ul>\n<li>As vantagens de se utilizar imagens digitais ao inv\u00e9s de imagens anal\u00f3gicas s\u00e3o muitas, dentre elas:<br \/>\n&#8211; Diminui\u00e7\u00e3o da quantidade de filmes;<br \/>\n&#8211; Menor tempo de exposi\u00e7\u00e3o (cliente e t\u00e9cnico) por conta de menos repeti\u00e7\u00f5es do mesmo exame;<br \/>\n&#8211; Descentraliza\u00e7\u00e3o e mobilidade, isto \u00e9, o centro de radiologia pode ser em um lugar,enquanto o centro de diagn\u00f3stico em outro e\/ou, o m\u00e9dico pode laudar em um terceiro lugar.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Gerenciamento de Imagens e Informa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No manejo de informa\u00e7\u00e3o dentro do hospital por meio de uma rede de computadores, surgiu inicialmente o conceito de Sistemas de Informa\u00e7\u00e3o Radiol\u00f3gica &#8211; RIS (Radiology Information Systems) e que demonstraram que \u00e9 poss\u00edvel utilizar sistemas computadorizados para melhorar o gerenciamento dos pacientes, a gera\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios, as facilidades de utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos dispon\u00edveis, a localiza\u00e7\u00e3o dos filmes, e as rotinas de funcionamento do setor de radiologia.<\/p>\n<p>Freq\u00fcentemente eles s\u00e3o integrados ao Sistema de Informa\u00e7\u00e3o Hospitalar (HIS &#8211; Hospital Information Systems). Como o RIS faz tudo menos trabalhar com as pr\u00f3prias imagens, na d\u00e9cada dos 80 este conceito foi ampliado para incluir o que chamamos de PACS (Picture Archiving and Communication System, ou sistemas de arquivamento e comunica\u00e7\u00e3o de imagens). \u00c9 um sistema que permite, como o nome diz, a armazenagem e recupera\u00e7\u00e3o das imagens em uma rede de computadores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Telemedicina = Medicina \u00e0 dist\u00e2ncia.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Engloba telerradiologia, telecardiologia, teleneurologia, telepediatria, etc.<br \/>\nPermite acesso aos laudos\/exames em qualquer lugar com web e a troca de informa\u00e7\u00f5es entre especialistas em diferentes locais f\u00edsicos;<\/p>\n<p>Tem o objetivo de ampliar a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os m\u00e9dicos (atender a pequenas clinicas\/hospitais) e dar acesso a informa\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas longe dos centros urbanos;<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, objetiva uma medicina mais distribu\u00edda, popular e barata, a internacionaliza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica conforme padr\u00f5es HL7\/DICOM, especificados pela OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade).<\/p>\n<p>Abaixo um esquema de funcionamento da telemedicina. Ele funciona atrav\u00e9s de uma rede de computadores interligada internamente no hospital (LAN) e a internet.<br \/>\n<strong>HL7 = HEALTH LEVEL SEVEN = PADR\u00c3O PARA O INTERC\u00c2MBIO ELETR\u00d4NICO DE DADOS ENTRE SISTEMAS DE INFORMA\u00c7\u00c3O EM SA\u00daDE.<\/strong><\/p>\n<p>O HL7 \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o que desenvolve normas na \u00e1rea de sa\u00fade;<\/p>\n<p>L7 = \u00e9 o mais alto n\u00edvel para a classifica\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es internacionais que trabalham no desenvolvimento de padr\u00f5es t\u00e9cnicos;<\/p>\n<p>As normas garantem a troca, o gerenciamento e a integra\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es na \u00e1rea de sa\u00fade;<\/p>\n<p>Permite a cria\u00e7\u00e3o de uma rede integrada de sa\u00fade, como especificado pelo projeto da OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade);<\/p>\n<p>Define regras e procedimentos de seguran\u00e7a, acessibilidade, comunica\u00e7\u00e3o, armazenamento e estrutura\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica\/sa\u00fade;<\/p>\n<p><strong>DICOM = SISTEMA DE COMUNICA\u00c7\u00c3O E IMAGEM DIGITAL EM MEDICINA (DIGITAL IMAGING AND COMMUNICATIONS IN MEDICINE)<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 um conjunto de normas t\u00e9cnicas que padronizam fabricantes e usu\u00e1rios de equipamentos de imagens m\u00e9dicas (CT, RM, US, etc);<\/p>\n<p>Garante a comunica\u00e7\u00e3o integrada, permitindo que a informa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica (imagens digitais) esteja inserida em uma rede internacional de comunica\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, ou seja, garante que um mesmo exame visto em qualquer ponto do planeta seja visualizado exatamente da mesma forma (previne diagn\u00f3sticos errados ou duplos por conta de equipamentos diferentes).<\/p>\n<p><strong>HIS<br \/>\n<\/strong><br \/>\n<strong>PACS = SISTEMA DE ARQUIVAMENTO E COMUNICA\u00c7\u00c3O DE IMAGENS (Picture Archiving and Communication System).<\/strong><\/p>\n<p>Consiste na especifica\u00e7\u00e3o de uma rede, abrangendo software e hardware, respons\u00e1vel pela a aquisi\u00e7\u00e3o, o armazenamento e a visualiza\u00e7\u00e3o de imagens m\u00e9dicas digitais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Otimizar o procedimento de diagn\u00f3stico m\u00e9dico.<\/strong><\/p>\n<p>Acesso remoto (intranet\/internet), em tempo real, a imagens de CT (tomografia computadorizada), CR (Raio-x computadoizado), RM (resson\u00e2ncia magn\u00e9tica), US (Ultra-sonografia), e outras;<\/p>\n<p>Eliminar os altos custos com os tradicionais filmes radiol\u00f3gicos impressos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Alguns sites de interesse para radiologistas<\/strong><br \/>\nCBR &#8211; http:\/\/www.cbr.org.br\/<br \/>\nCONTER &#8211; http:\/\/www.conter.gov.br\/<br \/>\nCRTRRJ &#8211; http:\/\/www.crtrrj.gov.br\/<br \/>\nSPR &#8211; http:\/\/www.spr.org.br\/<br \/>\nScielo &#8211; http:\/\/www.scielo.br<br \/>\nGoogle Scholar &#8211; http:\/\/scholar.google.com\/<br \/>\nRadiologia Livre &#8211; http:\/\/br.msnusers.com\/radiologialivre<br \/>\nHist\u00f3ria da Radiologia &#8211; http:\/\/br.geocities.com\/radioativa_br\/pagina1.htm<br \/>\nWikipedia &#8211; http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Radiologia<br \/>\nForma\u00e7\u00e3o de Imagem &#8211; http:\/\/rikmendes.vilabol.uol.com.br\/Bioimagem.htm<br \/>\nABC da Sa\u00fade &#8211; http:\/\/www.abcdasaude.com.br\/<br \/>\nRadia\u00e7\u00e3o &#8211; http:\/\/www.fisica.net\/denis\/<br \/>\nInca &#8211; http:\/\/www.inca.gov.br\/<br \/>\nAulas de Radiologia &#8211; http:\/\/vissom.web1000.com\/<br \/>\nRadiologia &#8211; http:\/\/www.radiology.com.br\/<br \/>\nSa\u00fade (Healthcare) \/ Tecnologia M\u00e9dica<br \/>\nhttp:\/\/www.siemens.com.br\/templates\/Home2004.Aspx?channel=4789&#038;type=3<br \/>\nhttp:\/\/wwwbr.kodak.com\/global\/pt\/health\/productsByType\/svcs\/proSvcs\/proSvcsProduct.jhtml<br \/>\nhttp:\/\/wwwbr.kodak.com\/global\/pt\/health\/index.jhtml?pq-path=521<br \/>\nhttp:\/\/www.medical.philips.com\/br\/<br \/>\nEscola T\u00e9cnica CENIB<br \/>\nhttp:\/\/www.cenib.com.br<\/p>\n<p><strong>Gloss\u00e1rio (Organizado por ordem de ocorr\u00eancia no texto)<\/strong><br \/>\n<strong>Computador <\/strong><br \/>\nDenomina-se computador uma m\u00e1quina capaz de variados tipos de tratamento autom\u00e1tico de informa\u00e7\u00f5es ou processamento de dados. Exemplos de computadores incluem o \u00e1baco, a calculadora, o computador anal\u00f3gico e o computador digital. Um computador pode prover-se de in\u00fameros atributos, dentre eles armazenamento de dados, processamento de dados, c\u00e1lculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gr\u00e1ficas, realidade virtual, entretenimento e cultura.<br \/>\nAssumiu-se que os computadores pessoais e laptops s\u00e3o \u00edcones da Era da Informa\u00e7\u00e3o; e isto \u00e9 o que muitas pessoas consideram como &#8220;computador&#8221;. Entretanto, atualmente as formas mais comuns de computador em uso s\u00e3o os sistemas embarcados, pequenos dispositivos usados para controlar outros dispositivos, como rob\u00f4s, c\u00e2meras digitais ou brinquedos.<br \/>\n<strong>Cliente<\/strong><br \/>\nCliente-servidor \u00e9 um modelo computacional que separa clientes e servidores, sendo interligados entre si geralmente utilizando-se uma rede de computadores. Cada inst\u00e2ncia de um cliente pode enviar requisi\u00e7\u00f5es de dado para algum dos servidores conectados e esperar pela resposta. Por sua vez, algum dos servidores dispon\u00edveis pode aceitar tais requisi\u00e7\u00f5es, process\u00e1-las e retornar o resultado para o cliente. Apesar do conceito ser aplicado em diversos usos e aplica\u00e7\u00f5es, a arquitetura \u00e9 praticamente a mesma.<br \/>\n<strong>Intelig\u00eancia Artificial<\/strong><br \/>\nA intelig\u00eancia artificial (IA) \u00e9 uma \u00e1rea de pesquisa da ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o dedicada a buscar m\u00e9todos ou dispositivos computacionais que possuam ou simulem a capacidade humana de resolver problemas, pensar ou, de forma ampla, ser inteligente.<br \/>\n<strong>Tecnologia de Informa\u00e7\u00e3o(TI)<\/strong><br \/>\nA Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o \u00e9 um termo comumente utilizado para designar o conjunto de recursos n\u00e3o humanos dedicados ao armazenamento, processamento e comunica\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, bem como o modo de como esses recursos est\u00e3o organizados num sistema capaz de executar um conjunto de tarefas. A TI n\u00e3o se restringe a equipamentos (hardware), programas (software) e comunica\u00e7\u00e3o de dados. Existem tecnologias relativas ao planejamento de inform\u00e1tica, ao desenvolvimento de sistemas, ao suporte ao software, aos processos de produ\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o, ao suporte de hardware, etc.<br \/>\nA sigla TI, tecnologia da informa\u00e7\u00e3o, abrange todas as atividades desenvolvidas na sociedade pelos recursos da inform\u00e1tica. \u00c9 a difus\u00e3o social da informa\u00e7\u00e3o em larga escala de transmiss\u00e3o, a partir destes sistemas tecnol\u00f3gicos inteligentes. Seu acesso pode ser dom\u00ednio p\u00fablico ou privado, na presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os das mais variadas formas.<br \/>\n<strong>Internet<\/strong><br \/>\nA Internet \u00e9 um aglomerado de fios intruduzidos no computador pelo o possuidor atrav\u00e9s deste depois de ter comido picanha com arroz e batatas fritas e de redes em escala mundial de milh\u00f5es de computadores interligados pelo Protocolo de Internet que permite o acesso a informa\u00e7\u00f5es e todo tipo de transfer\u00eancia de dados. A Internet \u00e9 a principal das novas tecnologias de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (NTICs). Ao contr\u00e1rio do que normalmente se pensa, Internet n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de World Wide Web. Esta \u00e9 parte daquela, sendo a World Wide Web, que utiliza hiperm\u00eddia na forma\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, um dos muitos servi\u00e7os oferecidos na Internet. De acordo com dados de mar\u00e7o de 2007, a Internet \u00e9 usada por 16,9% da popula\u00e7\u00e3o mundial[1] (em torno de 1,1 bilh\u00e3o de pessoas).<br \/>\n<strong>Programas<\/strong><br \/>\nUm programa de computador \u00e9 uma cole\u00e7\u00e3o de instru\u00e7\u00f5es que descrevem uma tarefa a ser realizada por um computador. O termo pode ser uma refer\u00eancia ao c\u00f3digo fonte, escrito em alguma linguagem de programa\u00e7\u00e3o, ou ao arquivo que cont\u00e9m a forma execut\u00e1vel deste c\u00f3digo fonte.<br \/>\n<strong>Redes de computadores<\/strong><br \/>\nUma rede de computadores consiste de 2 ou mais computadores e outros dispositivos ligados entre si e compartilhando dados, impressoras, trocando mensagens (e-mails), etc. Internet \u00e9 um exemplo de Rede. Existem v\u00e1rias formas e recursos de v\u00e1rios equipamentos que podem ser interligados e compartilhados, mediante meios de acesso, protocolos e requisitos de seguran\u00e7a.<br \/>\n<strong>Seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nSeguran\u00e7a de Informa\u00e7\u00e3o est\u00e1 relacionada com m\u00e9todos de prote\u00e7\u00e3o aplicados sobre um conjunto de dados no sentido de preservar o valor que possui para um indiv\u00edduo ou uma organiza\u00e7\u00e3o. S\u00e3o caracter\u00edsticas b\u00e1sicas da seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o os aspectos de confidencialidade, integridade e disponibilidade, n\u00e3o estando restritos somente a sistemas computacionais, informa\u00e7\u00f5es eletr\u00f4nicas ou sistemas de armazenamento. O conceito se aplica a todos os aspectos de prote\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es e dados.<\/p>\n<p><strong>Hardware<\/strong><br \/>\nO hardware, material ou ferramental \u00e9 a parte f\u00edsica do computador, ou seja, \u00e9 o conjunto de componentes eletr\u00f4nicos, circuitos integrados e placas, que se comunicam atrav\u00e9s de barramentos. Em contraposi\u00e7\u00e3o ao hardware, o software \u00e9 a parte l\u00f3gica, ou seja, o conjunto de instru\u00e7\u00f5es e dados processado pelos circuitos eletr\u00f4nicos do hardware. Toda interac\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios de computadores modernos \u00e9 realizada atrav\u00e9s do software, que \u00e9 a camada, colocada sobre o hardware, que transforma o computador em algo \u00fatil para o ser humano.<br \/>\nO termo &#8220;hardware&#8221; n\u00e3o se refere apenas aos computadores pessoais, mas tamb\u00e9m aos equipamentos embarcados em produtos que necessitam de processamento computacional, como o dispositivos encontrados em equipamentos hospitalares, autom\u00f3veis, aparelhos celulares (em Portugal port\u00e1teis), entre outros.<br \/>\nInform\u00e1tica m\u00e9dica<br \/>\nInform\u00e1tica M\u00e9dica, segundo Blois &amp; Shortliffe, \u00e9 o campo de estudo relacionado \u00e0 vasta gama de recursos que podem ser aplicados no gerenciamento e utiliza\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o biom\u00e9dica, incluindo a computa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e o pr\u00f3prio estudo da natureza da informa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<br \/>\n<strong>Exclus\u00e3o digital<\/strong><br \/>\nA exclus\u00e3o digital \u00e9 um conceito dos campos te\u00f3ricos da comunica\u00e7\u00e3o, sociologia, tecnologia da informa\u00e7\u00e3o, Hist\u00f3ria e outras humanidades, que diz respeito \u00e0s extensas camadas das sociedades que ficaram \u00e0 margem do fen\u00f4meno da sociedade da informa\u00e7\u00e3o e da expans\u00e3o das redes digitais.<br \/>\nNo Brasil, o termo &#8220;exclus\u00e3o digital&#8221; \u00e9 mais usado para se referir ao problema, indicando o lado dos exclu\u00eddos, enquanto em outros idiomas os termos equivalentes a &#8220;brecha digital&#8221; ou &#8220;fissura digital&#8221; s\u00e3o preferidos (como no ingl\u00eas digital divide e o franc\u00eas fracture num\u00e9rique). Os dois termos, por\u00e9m, n\u00e3o s\u00e3o sin\u00f4nimos perfeitos, pois enquanto &#8220;exclus\u00e3o digital&#8221; se refere apenas a um dos lados da quest\u00e3o, &#8220;brecha digital&#8221; faz refer\u00eancia \u00e0 pr\u00f3pria diferen\u00e7a entre exclu\u00eddos e inclu\u00eddos.<br \/>\n<strong>Telessa\u00fade<\/strong><br \/>\nTelessa\u00fade \u00e9 a promo\u00e7\u00e3o de sa\u00fade, relacionada a servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s de tecnologias de telecomunica\u00e7\u00f5es. Podendo ser simples, como dois profissionais de sa\u00fade discutindo um caso por telefone, ou mais sofisticada com uso de redes de v\u00eddeo e web-confer\u00eancias e at\u00e9 o uso da rob\u00f3tica.<br \/>\nO atendimento em sa\u00fade depende da troca de informa\u00e7\u00f5es sobre o paciente, da\u00ed vem a possibilidade de uso de ferramentas para ampliar os horizontes dessa rotina, alterando paradigmas.<br \/>\n<strong>SAC Virtual<\/strong><br \/>\nServi\u00e7o de Atendimento ao Consumidor, feito via internet ou sem contato humano.<br \/>\n<strong>Virtualiza\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nH\u00e1 muitas concep\u00e7\u00f5es de virtual. Algumas das defini\u00e7\u00f5es mais comuns s\u00e3o estas:<br \/>\nAlgo que \u00e9 apenas potencial ainda n\u00e3o realizado (a defini\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica). Virtual referir-se-ia a uma categoria t\u00e3o verdadeira como a real. O virtual n\u00e3o seria oposto ao real. O virtual pode ser oposto ao atual, porque o virtual carrega uma pot\u00eancia de ser, enquanto o atual j\u00e1 \u00e9 (ser).<br \/>\nAlgo que n\u00e3o \u00e9 f\u00edsico, apenas conceitual.<br \/>\nAlgo que n\u00e3o \u00e9 concreto. Virtual \u00e9 tudo aquilo que n\u00e3o \u00e9 palp\u00e1vel, i. e., geralmente alguma abstra\u00e7\u00e3o de algo real.<br \/>\nA simula\u00e7\u00e3o de algo, como em Realidade Virtual, Mem\u00f3ria virtual, Disco virtual.<br \/>\n<strong>Software<\/strong><br \/>\nV. Programas<br \/>\n<strong>Anal\u00f3gico<\/strong><br \/>\nSinal anal\u00f3gico \u00e9 um tipo de sinal cont\u00ednuo que varia em fun\u00e7\u00e3o do tempo. Um veloc\u00edmetro anal\u00f3gico de ponteiros, um term\u00f4metro anal\u00f3gico de merc\u00fario, uma balan\u00e7a anal\u00f3gica de molas, s\u00e3o exemplos de sinais lidos de forma direta sem passar por qualquer decodifica\u00e7\u00e3o complexa, pois as vari\u00e1veis s\u00e3o observadas diretamente. Para entender o termo anal\u00f3gico, \u00e9 \u00fatil contrast\u00e1-lo com o termo digital.<br \/>\nNa eletr\u00f4nica digital, a informa\u00e7\u00e3o foi convertida para bits, enquanto na eletr\u00f4nica anal\u00f3gica a informa\u00e7\u00e3o \u00e9 tratada sem essa convers\u00e3o. Um exemplo de sinal anal\u00f3gico \u00e9 o disco de vinil.<br \/>\nO instrumento anal\u00f3gico consiste num painel com uma escala e um ponteiro que desliza de forma a se verificar a posi\u00e7\u00e3o deste sobre aquela. Num galvan\u00f4metro, por exemplo, a deflex\u00e3o do ponteiro sobre uma escala fornece a leitura direta de grandezas f\u00edsicas, como tens\u00e3o el\u00e9trica, ou for\u00e7a eletromotriz, intensidade de corrente el\u00e9trica, resist\u00eancia el\u00e9trica, entre outras.<br \/>\n<strong>Tipos de impress\u00e3o<\/strong><br \/>\nQuando um projeto gr\u00e1fico deve ser impresso em uma impressora comercial, ser\u00e1 muito importante definir, antes mesmo do in\u00edcio do projeto enquanto arquivo digital, qual ser\u00e1 o sistema de impress\u00e3o e o tipo de papel em que esse projeto ser\u00e1 impresso.<br \/>\nN\u00e3o s\u00f3 por quest\u00f5es de or\u00e7amentos, mas tamb\u00e9m por quest\u00f5es intimamente ligadas \u00e0 estrutura interna do arquivo. Para discutir estas quest\u00f5es procure a gr\u00e1fica de sua prefer\u00eancia e exponha as caracter\u00edsticas principais do projeto (tiragem, tamanho final, n\u00famero de cores, etc.), para que ela possa auxili\u00e1-lo numa escolha mais adequada do sistema de impress\u00e3o e tipo de papel.<br \/>\nUma impressora ou dispositivo de impress\u00e3o \u00e9 um perif\u00e9rico que, quando conectado a um computador ou a uma rede de computadores, tem a fun\u00e7\u00e3o de dispositivo de sa\u00edda, imprimindo textos, gr\u00e1ficos ou qualquer outro resultado de uma aplica\u00e7\u00e3o.<br \/>\nHerdando a tecnologia das m\u00e1quinas-de-escrever, as impressoras sofreram dr\u00e1sticas muta\u00e7\u00f5es ao longo dos tempos. Tamb\u00e9m com o evoluir da computa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica, as impressoras foram-se especializando a cada uma das vertentes. Assim, encontram-se impressoras optimizadas para desenho vectorial e para raster, e outras optimizadas para texto.<br \/>\nA tecnologia de impress\u00e3o foi inclu\u00edda em v\u00e1rios sistemas de comunica\u00e7\u00e3o, como o fax.<\/p>\n<p><strong>Mesa digitalizadora<\/strong><br \/>\nUm tablete gr\u00e1fico (ou mesa digitalizadora, no Brasil e em Portugal) \u00e9 um dispositivo perif\u00e9rico de computador que permite a algu\u00e9m desenhar imagens diretamente no computador, geralmente atrav\u00e9s de um software de tratamento de imagem. Tabletes gr\u00e1ficos consistem de uma superf\u00edcie plana sobre a qual o utilizador pode &#8220;desenhar&#8221; uma imagem usando um dispositivo semelhante a uma caneta, denominado &#8220;stylus&#8221;. A imagem geralmente n\u00e3o aparece no tablete propriamente dito, mas \u00e9 exibida na tela do computador.<br \/>\nImpress\u00e3o a cera<br \/>\nEstas impressoras s\u00e3o mais usadas para transpar\u00eancias em apresenta\u00e7\u00f5es empresariais e para prova de cor (cria\u00e7\u00e3o de documentos e imagens teste para uma inspe\u00e7\u00e3o de qualidade antes do envio dos documentos mestre para serem impressos em impressoras industriais offset de quatro cores). As impressoras de cera t\u00e9rmica utilizam tambores CMYK direcionados por uma fita, e papel ou transpar\u00eancia especialmente cobertos. A cabe\u00e7a de impress\u00e3o cont\u00e9m elementos quentes que derretem cada cor de cera no papel conforme ele rola pela impressora. Elas s\u00e3o muitos \u00fateis em lojas comercias onde s\u00e3o impressas notas de recibo comercial.<\/p>\n<p><strong>Impressora matricial<\/strong><br \/>\nUma impressora matricial ou impressora de agulhas \u00e9 um tipo de impressora de impacto, cuja cabe\u00e7a \u00e9 composta por uma ou mais linhas verticais de agulhas, que ao colidirem com uma fita impregnada com tinta (semelhante a papel qu\u00edmico), imprimem um ponto por agulha. Assim, o deslocamento horizontal da cabe\u00e7a impressora combinado com o acionamento de uma ou mais agulhas produz caracteres configurados como uma matriz de pontos. A defini\u00e7\u00e3o (qualidade) da impress\u00e3o depende, basicamente, do n\u00famero de agulhas na cabe\u00e7a de impress\u00e3o, da proximidade entre essas agulhas e da precis\u00e3o do avan\u00e7o do motor de acionamento da cabe\u00e7a de impress\u00e3o. As impressoras mais frequentemente encontradas t\u00eam 9, 18 ou 24 agulhas. Embora j\u00e1 sejam consideradas antigas, ainda encontram uso em aplica\u00e7\u00f5es, tais como:<br \/>\n<strong>Scanner<\/strong><br \/>\nDigitalizador (ou scanner, sc\u00e2ner, esc\u00e2ner) \u00e9 um perif\u00e9rico de entrada respons\u00e1vel por digitalizar imagens, fotos e textos impressos para o computador, um processo inverso ao da impressora. Ele faz varreduras na imagem f\u00edsica gerando impulsos el\u00e9tricos atrav\u00e9s de um captador de reflexos. \u00c9 dividido em duas categorias:<br \/>\ndigitalizador de m\u00e3o &#8211; parecido com um rato\/mouse bem grande, no qual deve-se passar por cima do desenho ou texto a ser transferido para o computador. Este tipo n\u00e3o \u00e9 mais apropriado para trabalhos semi-profissionais devido \u00e0 facilidade para o aparecimento de ru\u00eddos na transfer\u00eancia.<br \/>\ndigitalizador de mesa &#8211; parecido com uma fotocopiadora, no qual deve-se colocar o papel e abaixar a tampa para que o desenho ou texto seja ent\u00e3o transferido para o computador. Eles fazem a leitura a partir dispositivos de carga dupla.<br \/>\nO digitalizador cil\u00edndrico \u00e9 o mais utilizado para trabalhos profissionais. Ele faz a leitura a partir de fotomultiplicadores. Sua maior limita\u00e7\u00e3o reside no fato de n\u00e3o poderem receber originais n\u00e3o flex\u00edveis e somente digitalizarem imagens e tra\u00e7os horizontais e verticais. Ele tem a capacidade de identificar um maior n\u00famero de varia\u00e7\u00f5es tonais nas \u00e1reas de m\u00e1xima e de m\u00ednima.<br \/>\n<strong>Monitor Touch Screen<\/strong><br \/>\nOs monitores touchscreen foram se tornando mais comuns \u00e0 medida que seus pre\u00e7os ca\u00edam ao longo da \u00faltima d\u00e9cada. Existem 3 sistemas b\u00e1sicos usados para reconhecer o toque de uma pessoa:<br \/>\n* resistivo<br \/>\n* capacitivo<br \/>\n* onda ac\u00fastica superficial<br \/>\nO sistema resistivo consiste de um painel de vidro normal, recoberto por uma camada met\u00e1lica condutora e outra resistiva. Estas 2 camadas s\u00e3o mantidas afastadas por espa\u00e7adores e uma camada resistente a riscos \u00e9 colocada por cima de todo o conjunto. Uma corrente el\u00e9trica passa atrav\u00e9s das duas camadas enquanto o monitor est\u00e1 operacional. Quando um usu\u00e1rio toca a tela, as duas camadas fazem contato exatamente naquele ponto. A mudan\u00e7a no campo el\u00e9trico \u00e9 percebida e as coordenadas do ponto de contato s\u00e3o calculadas pelo computador. Logo que as coordenadas s\u00e3o conhecidas, um driver especial traduz o toque em algo que o sistema operacional possa entender, parecido com o que faz o driver do mouse do computador ao traduzir os movimentos do mouse em uma opera\u00e7\u00e3o de clicar ou arrastar.<br \/>\nNo sistema capacitivo, uma camada que armazena carga el\u00e9trica \u00e9 colocada no painel de vidro do monitor. Quando um usu\u00e1rio toca o monitor com seu dedo, parte da carga \u00e9 transferida para o usu\u00e1rio, de modo que a carga na camada capacitiva diminui. Esta diminui\u00e7\u00e3o \u00e9 medida nos circuitos localizados em cada canto do monitor. Considerando as diferen\u00e7as relativas de carga em cada canto, o computador calcula exatamente onde ocorreu o toque e ent\u00e3o envia esta informa\u00e7\u00e3o para o software do driver da tela sens\u00edvel. Uma vantagem que o sistema capacitivo apresenta sobre o resistivo \u00e9 que ele transmite quase 90% da luz do monitor, enquanto o sistema resistivo transmite apenas 75%. Isso d\u00e1 ao sistema capacitivo uma imagem muito mais clara do que o sistema resistivo.<br \/>\nNo monitor de um sistema de onda ac\u00fastica superficial, dois transdutores (um receptor e um emissor) s\u00e3o posicionados ao longo dos eixos x e y da placa de vidro do monitor. Tamb\u00e9m instalados sobre o vidro, encontram-se refletores que enviam de volta um sinal el\u00e9trico proveniente de um transdutor para o outro. O transdutor receptor \u00e9 capaz de informar se a onda foi perturbada por um evento de toque em qualquer instante e localiz\u00e1-lo. A configura\u00e7\u00e3o por onda ac\u00fastica n\u00e3o possui camadas met\u00e1licas sobre a tela, permitindo a passagem de 100% da luz e uma claridade perfeita da imagem. Isso torna o sistema de onda ac\u00fastica ideal para exibi\u00e7\u00e3o de gr\u00e1ficos detalhados, os dois outros sistemas apresentam uma degrada\u00e7\u00e3o significativa da claridade.<br \/>\n<strong>Headset<\/strong><br \/>\nHeadset \u00e9 um conjunto de fone de ouvido com controle de volume e microfone acoplado para uso em microcomputadores multim\u00eddia e tamb\u00e9m para telemarketing.<br \/>\nAlternativa ideal para atendimento telef\u00f4nico constante, permite as m\u00e3os livres para outras tarefas e movimenta\u00e7\u00e3o, para os modelos de headset sem fio, a movimenta\u00e7\u00e3o pode ser de at\u00e9 alguns metros longe da mesa de trabalho. Seus resultados s\u00e3o geralmente de maior produtividae e preserva\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas dos operadores que utilizam muito o telefone.<br \/>\n<strong>Pen Drives<\/strong><br \/>\nMem\u00f3ria USB Flash Drive, tamb\u00e9m designado como Pen Drive (muito com apelido de &#8220;PenPen&#8221;), \u00e9 um dispositivo de armazenamento constitu\u00eddo por uma mem\u00f3ria flash tendo uma fisionomia semelhante \u00e0 de um isqueiro ou chaveiro e uma liga\u00e7\u00e3o USB tipo A permitindo a sua conex\u00e3o a uma porta USB de um computador. As capacidades atuais, de armazenamento, s\u00e3o 64 MB, 128 MB, 256 MB, 512 MB, 1 GB a 64 GB. A velocidade de transfer\u00eancia de dados pode variar dependendo do tipo de entrada:<br \/>\nUSB Flash Drive, tamb\u00e9m designado como Pen Drive \u00e9 um dispositivo de armazenamento constitu\u00eddo por uma mem\u00f3ria flash e uma interface USB. (Tamb\u00e9m existem os leitores USB de cart\u00f4es de mem\u00f3ria, esses no entanto n\u00e3o possuem uma mem\u00f3ria interna, utilizando um cart\u00e3o de mem\u00f3ria).<br \/>\n<strong>HD<\/strong><br \/>\nDisco r\u00edgido ou disco duro, no Brasil popularmente tamb\u00e9m HD (do ingl\u00eas Hard Disk; o termo &#8220;winchester&#8221; h\u00e1 muito j\u00e1 caiu em desuso), \u00e9 a parte do computador onde s\u00e3o armazenadas as informa\u00e7\u00f5es, ou seja, \u00e9 a &#8220;mem\u00f3ria permanente&#8221; propriamente dita (n\u00e3o confundir com &#8220;mem\u00f3ria RAM&#8221;). \u00c9 caracterizado como mem\u00f3ria f\u00edsica, n\u00e3o-vol\u00e1til, que \u00e9 aquela na qual as informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o perdidas quando o computador \u00e9 desligado.<br \/>\nO disco r\u00edgido \u00e9 um sistema lacrado contendo discos de metal recobertos por material magn\u00e9tico onde os dados s\u00e3o gravados atrav\u00e9s de cabe\u00e7as, e revestido externamente por uma prote\u00e7\u00e3o met\u00e1lica que \u00e9 presa ao gabinete do computador por parafusos. \u00c9 nele que normalmente gravamos dados (informa\u00e7\u00f5es) e a partir dele lan\u00e7amos e executamos nossos programas mais usados.<br \/>\n<strong>DVD<\/strong><br \/>\nDVD significa (Digital Versatile Disc), ou &#8220;Disco digital vers\u00e1til&#8221;. Cont\u00e9m informa\u00e7\u00f5es digitais, tendo uma maior capacidade de armazenamento que o CD \u00e1udio ou CD-ROM, devido a uma tecnologia \u00f3ptica superior, al\u00e9m de padr\u00f5es melhorados de compress\u00e3o de dados.<br \/>\nProcessador<br \/>\nO processador, \u00e9 um circuito integrado de controle das fun\u00e7\u00f5es de c\u00e1lculos e tomadas de decis\u00f5es de um computador, por isso \u00e9 considerado o c\u00e9rebro do mesmo. Ele faz parte de um importante elemento do computador, a Unidade Central de Processamento (em ingl\u00eas CPU: Central Processing Unit). Hoje todos os circuitos e chips dispostos em diversas placas que compunham a Unidade Central de Processamento est\u00e3o integrados no microprocessador.<br \/>\nOs processadores trabalham apenas com linguagem de m\u00e1quina (l\u00f3gica booleana). E realizam as seguintes tarefas: &#8211; Busca e execu\u00e7\u00e3o de instru\u00e7\u00f5es existentes na mem\u00f3ria. Os programas e os dados que ficam gravados no disco (disco r\u00edgido ou disquetes), s\u00e3o transferidos para a mem\u00f3ria. Uma vez estando na mem\u00f3ria, o processador pode executar os programas e processar os dados; &#8211; Controle de todos os chips do computador.<\/p>\n<p><strong>Mem\u00f3ria RAM<\/strong><br \/>\nMem\u00f3ria RAM (Random Access Memory), ou mem\u00f3ria de acesso aleat\u00f3rio, \u00e9 um tipo de mem\u00f3ria que permite a leitura e a escrita, utilizada como mem\u00f3ria prim\u00e1ria em sistemas eletr\u00f4nicos digitais.<br \/>\nO termo acesso aleat\u00f3rio identifica a capacidade de acesso a qualquer posi\u00e7\u00e3o em qualquer momento, por oposi\u00e7\u00e3o ao acesso sequencial, imposto por alguns dispositivos de armazenamento, como fitas magn\u00e9ticas.<br \/>\n<strong>Mem\u00f3ria ROM<\/strong><br \/>\nA mem\u00f3ria ROM (acr\u00f4nimo para a express\u00e3o inglesa Read-Only Memory) \u00e9 um tipo de mem\u00f3ria que permite apenas a leitura, ou seja, as suas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o gravadas pelo fabricante uma \u00fanica vez e ap\u00f3s isso n\u00e3o podem ser alteradas ou apagadas, somente acessadas. S\u00e3o mem\u00f3rias cujo conte\u00fado \u00e9 gravado permanentemente.<br \/>\n<strong>Cart\u00e3o de mem\u00f3ria<\/strong><br \/>\nCart\u00e3o de mem\u00f3ria ou cart\u00e3o de mem\u00f3ria flash \u00e9 um dispositivo de armazenamento de dados com mem\u00f3ria flash utilizado em videogames, c\u00e2meras digitais, telefones celulares, palms\/PDAs, MP3 players, computadores e outros aparelhos eletr\u00f4nicos. Podem ser regravados v\u00e1rias vezes, n\u00e3o necessitam de eletricidade para manter os dados armazenados, s\u00e3o port\u00e1teis e suportam condi\u00e7\u00f5es de uso e armazenamento mais rigorosos que outros dispositivos baseados em pe\u00e7as m\u00f3veis.<br \/>\n<strong>Digital eletr\u00f4nico<\/strong><br \/>\nRefere-se a Circuitos digitais que s\u00e3o circuitos electr\u00f4nicos e que baseiam o seu funcionamento na l\u00f3gica bin\u00e1ria, em que toda a informa\u00e7\u00e3o \u00e9 guardada e processada sob a forma de zero (0) e um (1). Esta representa\u00e7\u00e3o \u00e9 conseguida usando dois n\u00edveis discretos de Tens\u00e3o el\u00e9trica. Estes dois n\u00edveis s\u00e3o frequentemente representados por L e H (do ingl\u00eas low &#8211; baixo &#8211; e high &#8211; alto -, respectivamente). Os computadores, telem\u00f3veis, Leitores de DVD, s\u00e3o alguns exemplos de aparelhos que baseiam a totalidade, ou parte, do seu funcionamento em circuitos digitais.<br \/>\n<strong>Imagem digital<\/strong><br \/>\nImagem digital \u00e9 uma representa\u00e7\u00e3o em duas dimens\u00f5es de uma imagem como um conjunto finito de valores digitais, chamados pixels. A matriz \u00e9 uma malha, onde cada ponto ou c\u00e9lula \u00e9 um pixel, com um valor associado a cada ponto.<br \/>\nEsse valor \u00e9 chamado de intensidade da imagem e representa alguma propriedade, como cor, tonalidade, brilho e outras, ou seja, \u00e9 como se tiv\u00e9ssemos uma tabela de correspond\u00eancia do n\u00famero \u00e0s v\u00e1rias cores. Uma das formas de representa\u00e7\u00e3o da imagem digital \u00e9 por percentagem de tr\u00eas cores: vermelho, verde e azul, conhecido como RGB.<br \/>\nPortanto a imagem \u00e9 guardada numa forma num\u00e9rica como dados. \u00c9 bastante usual a imagem digital ser comprimida.<br \/>\nQuanto mais fina a malha for maior ser\u00e1 a qualidade da imagem. Tamb\u00e9m quanto mais possibilidades temos de ter no n\u00famero em cada pixel, maior ser\u00e1 a quantidade de cores que poderemos colocar em cada pixel logo, maior a qualidade da imagem, e por conseguinte, maior ser\u00e1 o seu tamanho.<br \/>\n<strong>Bidimensional<\/strong><br \/>\n2D em computa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica s\u00e3o usualmente chamados os objetos e entidades com duas dimens\u00f5es. Se constituem de largura e comprimento.<br \/>\n<strong>Tridimensional<\/strong><br \/>\nModelagem tridimensional (ou Modelagem 3D) \u00e9 um \u00e1rea da computa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica que tem como objetivo a gera\u00e7\u00e3o de entidades em tr\u00eas dimens\u00f5es, gera\u00e7\u00e3o de cena est\u00e1tica (renderiza\u00e7\u00e3o), imagem em movimento (anima\u00e7\u00e3o) com ou sem interatividade.<br \/>\n\u00c9 basicamente a cria\u00e7\u00e3o de formas, objetos, personagens, cen\u00e1rios. Para elabora\u00e7\u00e3o s\u00e3o utilizadas ferramentas computacionais avan\u00e7adas e direcionadas para este tipo de tarefa. Existem diversos profissionais habilitados na \u00e1rea. Atualmente os programas mais utilizados s\u00e3o: 3ds Max, Maya, ZBrush, entre outros.<br \/>\nA modelagem em 3 dimens\u00f5es conta com uma enorme variedade de ferramentas gen\u00e9ricas, permitindo uma comunica\u00e7\u00e3o mais f\u00e1cil entre dois programas diferentes e usu\u00e1rios iguais, s\u00e3o as mais conhecidas: t\u00e9cnica por pol\u00edgonos, t\u00e9cnica por v\u00e9rtices e t\u00e9cnica por bordas. Todas elas s\u00e3o realizadas atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de uma malha complexa de segmentos que d\u00e3o forma ao objeto.<\/p>\n<blockquote><p><strong>Autor: Hugo Antonio \u00e9 T\u00e9cnico de Inform\u00e1tica \/ Webmaster. Docente da Escola T\u00e9cnica CENIB na disciplina Inform\u00e1tica Aplicada \u00e0 Radiologia desde 2003. Colaborador da equipe do Radiologia Livre<\/strong><\/p>\n<p><strong>Contatos: <a href=\"mailto:hasgar@gmail.com\">hasgar@gmail.com<\/a><\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Tamb\u00e9m dispon\u00edvel no site <a href=\"http:\/\/www.tecnologiaradiologica.com\/materia_informaticaTC.htm\">Tecnologia Radiol\u00f3gica<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Introdu\u00e7\u00e3o Hoje, a maior dificuldade que a maioria dos indiv\u00edduos enfrenta quando senta-se ao computador \u00e9: \u201cSer\u00e1 que isso \u00e9 realmente necess\u00e1rio?\u201d. A resposta \u00e9: Sim e n\u00e3o. Sim, pois a maior fun\u00e7\u00e3o do computador \u00e9 facilitar a vida de quem o utiliza. 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